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Estudante de física do último semestre.

sábado, 21 de junho de 2008

Objetos de aprendizagem II

Apesar de já ter tido a oportunidade de contato com essa ferramente anteriormente, não tinha idéia de que se tratava de um campo de exploração com dedicação intensa de diversos pesquisadores da área educacional. Fui então no Wikipédia buscar uma definição para o termo e encontrei o seguinte:

Objeto de aprendizagem (OA) é uma unidade de instrução/ensino que é reutilizável. De acordo com o Learning Objects Metadata Workgroup, Objetos de Aprendizagem (Learning Objects) podem ser definidos por "qualquer entidade, digital ou não digital, que possa ser utilizada, reutilizada ou referenciada durante o aprendizado suportado por tecnologias".
Um objeto de aprendizagem pode ser usado em diferentes contextos e em diferentes ambientes virtuais de aprendizagem, para atender a esta característica, cada objeto tem sua parte visual, que interage com o aprendiz separada dos dados sobre o conteúdo e os dados instrucionais do mesmo. A principal característica dos objetos de aprendizagem é sua reusabilidade, que é posta em prática através de repositórios, que armazenam os objetos logicamente, permitindo serem localizados a partir da busca por temas, por nível de dificuldade, por autor ou por relação com outros objetos. Nos países de língua inglesa existe um vasto número de repositórios disponíveis, utilizados e reutilizados em contextos diversos.Numa fase como a que é atualmente atravessada pelo desenvolvimento tecnológico, não é difícil constatar que esta é uma ferramenta educacional promissora no que diz respeito à aplicação da tecnologia para fins didáticos.

Diferentemente do que parece e do que eu mesmo cheguei a pensar, os OAs não se restringem somente a simulações de fenômenos e demonstrações de experimentos que poderiam ser feitos em láboratório. Exemplos de objetos de aprendizagem incluem conteúdos de aplicações multimídia, conteúdos instrucionais, objetivos de aprendizagem, ferramentas de software e software instrucional, pessoas, organizações ou eventos referenciados durante o processo de suporte da tecnologia ao ensino e aprendizagem.
É claro que deve-se ter cautela na sua aplicação, e o professor é o principal responsável por criterizar o seu uso, evitando os abusos. Mas com esse frenesi tecnológico, é quase que inevitável a expansão vertiginosa dessas ferramentas que podem levar a uma revolução do modo de ensinar e aprender da sociedade do futuro.

Um comentário:

Bonilla disse...

ok Marcelino,
estamos para fazer essa revolução no modo de ensinar e aprender, e, para isso, a formação de todos os professores é fundamental.